quinta-feira, 5 de março de 2015

Justiça caça Paulo Bernardo.

Justiça caça Paulo Bernardo.

A Justiça Federal do Paraná está à caça do petista Paulo Bernardo, ex-ministro das Comunicações. Sem imunidade parlamentar, é no seu estado natal que ele deve prestar contas sobre o seu suposto envolvimento no Petrolão. O depoimento de PB, como é conhecido pelos mais íntimos, entre os quais alguns envolvidos na Lava Jato, estava marcado para hoje, mas ele não foi encontrado pelos oficiais de Justiça. Ele sabe que deve depor hoje, pois isto acaba de ser noticiado no Bom Dia, Brasil, da Rede Globo. Sabe, mas ao que tudo indica está fugindo. Se alguém tiver alguma informação, favor entrar em contato com a Justiça Federal do Paraná, pelo fone (41) 3210-1400. Ainda não há recompensa, a não ser ajudar o Brasil a se livrar da corrupção ajudando nas investigações sobre a roubalheira na Petrobras.

http://coturnonoturno.blogspot.com.br/2015/03/justica-caca-paulo-bernardo.html

O comunismo

vídeos de Patriotas Caminhoneiros

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23 anos depois, vemos que tudo já estava combinado...

23 anos depois, vemos que tudo já estava combinado...

por SILVIO GRIMALDO DE CAMARGO 

Em entrevista exibida pela Globo News em 2009, Luiz Felipe Lampreia, ex-ministro das Relações Exteriores, diagnosticava: “O que explica a confusão da América Latina é o Foro de São Paulo”. E ele tinha razão!
O Foro de São Paulo é uma organização que reúne, de maneira promíscua, partidos políticos legais, organizações terroristas e grupos narcotraficantes.  
Ele foi fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro, que prometiam reconquistar na América Latina o que se havia perdido no Leste Europeu.

O sonho de Fidel e de Lula é criar a URSAL – União das Repúblicas Socialistas da América Latina.

A unidade estratégica dessas organizações visava tomar o poder em todo o continente americano, criando uma frente de governos socialistas em oposição aos Estados Unidos.
Hoje, duas décadas depois, o Foro de São Paulo já governa 16 países, nos quais aplica a mesma agenda de aparelhamento do Estado, de limitação das liberdades civis, de relaxamento no combate ao narcotráfico, de perseguição à oposição e à imprensa livre.
O “Plan de Acción” aprovado e publicado nas atas do seu 19.º Encontro, ocorrido em São Paulo no começo deste mês, confirma e reforça o pacto estratégico e o compromisso solidário estabelecidos 23 anos atrás.
Os efeitos práticos dessa solidariedade política ficam claros quando observamos a submissão do governo petista às diretrizes do Foro, em detrimento dos interesses nacionais, como ilustram alguns casos da nossa política recente.
Em 2005, o representante das Farc no Brasil, Olivério Medina, foi preso numa ação conjunta entre a Polícia Federal e a Interpol. Medina era procurado na Colômbia por diversos crimes – homicídio, sequestro e contrabando de armas – e o governo colombiano pediu sua extradição.
presidente Lula não apenas negou o pedido do governo colombiano como ainda  concedeu ao terrorista o status de refugiado político. Logo em seguida, a esposa de Medina, Angela Maria Slongo, veio a pedido de Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil, a ocupar um cargo de confiança no Ministério da Pesca, .
Em maio de 2006, Evo Morales estatizou duas refinarias da Petrobras na Bolívia, depois de grotescamente ocupadas e tomadas pelo exército boliviano. O governo brasileiro respondeu com um afago e, dois anos depois, Lula anunciava um empréstimo de US$ 332 milhões a Morales, para a construção de uma rodovia.
Em 2011, Dilma Rousseff anunciou mudanças no Tratado de Itaipu com o Paraguai, cujo presidente e membro do Foro de São Paulo era Fernando Lugo,  .
A senadora Gleisi Hoffmann, do PT, foi a relatora da matéria no Senado e defendeu a aprovação das alterações, que fizeram triplicar a taxa anual paga pelo Brasil ao Paraguai pela energia não usada da Usina de Itaipu, saltando de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões
A decisão do governo federal de trazer médicos cubanos ao Brasil é apenas uma manobra do Foro de São Paulo para financiar a indústria de “missões humanitárias” de Havana.


Raúl Castro arrecada nada menos que US$ 6 bilhões anuais com o envio de médicos ao exterior. Calcula-se que o Brasil enviará centenas de milhões de dólares aos cofres cubanos com a importação dos médicos. O dinheiro que poderia ser investido no sistema público de saúde brasileiro vai financiar uma ditadura comunista.
Quando o filósofo Olavo de Carvalho começou a denunciar o Foro de São Paulo, políticos, empresários e jornalistas preferiram ignorá-lo, acreditando que o bicho era manso. Mas o bicho era bravo e agora cresceu formidavelmente; já não sabemos se ainda é possível derrotá-lo.

Publicado no jornal "Gazeta do Povo".
Silvio Grimaldo de Camargo é sociólogo e editor.




“A principal característica de um governo esquerdista é que ele jamais se contenta em governar de acordo com a ordem legal, instituída. Ele sempre acredita que detém a chave, a poção, a receita miraculosa para transformar o país no que ele imagina que  seria o melhor dos mundos. O problema é que o melhor dos mundos, quando se trata da esquerda, está sempre próximo do que imaginamos ser o Inferno, quando não é o próprio Inferno.”Rodrigo Gurgel .



“Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes disputarão entre si  a quem caberão as outras propriedades.” Benjamin Franklin


- Não é triste mudar de ideias; triste é não ter ideias para mudar.
(Barão de Itararé, ou Sun-Tzu, ou U-Tan. Mas é certo que não foi nenhum socialista/comunista,  na verdade foi o Barão).


- "Quem se omite, indiretamente se associa.” (Benjamim Constant)


-"O mundo estaria salvo se os homens de bem tivessem a mesma ousadia dos canalhas". (frase bem atual)


-“ Tudo o que é necessário para que o mal triunfe é a omissão dos homens de boa índole."  (Edmund Burke).


-"Há um IDIOTA no poder, mas os que o elegeram estão bem representados".   (Aparício Torelli, Barão de Itararé, FRASE MAIS DO QUE ATUAL .

TEMOS QUE FAZER NOSSA PARTE.

TEMOS QUE FAZER NOSSA PARTE.
Exm° Sr Senador Renan Calheiros
DD. Presidente do Congresso Nacional
Saudações!!!!!
Há exatos 13 (treze) anos vem a "família militar" lutando tenazmente para que a devida justiça seja feita e agora está em vossas sábias mãos colocar em votação a MP nº 2.215-10, de 31 de agosto de 2001 que criou a Lei de Remuneração dos Militares das Forças Armadas do Brasil.
Vossa Excelência passará para a história ao realizar esse gesto heroico de colocá-la em votação uma vez que já existe vontade política de vários setores da sociedade brasileira que deram seu voto de apoio a nossa causa.
Contamos com o vosso apoio nessa batalha pela dignidade mais justa e merecida da "família militar" que passa por momentos difíceis atualmente.
Att,
Carlos Roberto Romanowski
SubTen R/1
Passo Fundo/RS
Email: carlosrromanowski@yahoo.com.br
(54) 3632-3586
(54) 81214194
Cidadão Brasileiro e Eleitor Assíduo
" BRASIL ACIMA DE TUDO "

impeachment: LULA promete Atacar com Exército quem for as ruas dia 15 de Março

impeachment: LULA promete Atacar com Exército quem for as ruas dia 15 de Março

Lula prometeu atacar população de “direita” que for as ruas no dia 15 de março clamar pelo impeachment de Dilma Rousseff ameaças foram feitas em congresso do MST e CUT esta semana, no vídeo abaixo você confere as duras críticas que LULA faz ao povo que não votou em Dilma nas eleições e chama o povo de violentos.

Veja nas declarações abaixo a semelhança entre dois ícones da truculência esquerdista sul-americana, desesperados com o risco de desmoronamento do seu projeto de poder:

1) “Se funcionários da direita tentam chegar ao poder pela via da violência, dou a ordem ao povo para que, junto com as Forças Armadas, saia às ruas para defender a revolução.” Nicolás Maduro, ditador da Venezuela, incitando o exército bolivariano à guerra contra a população insatisfeita, um dia após a repressão policial ordenada por ele resultar no assassinato de um adolescente de 14 anos durante um protesto contra a ditadura no estado de Táchira, epicentro da onda de manifestações que eclodiu no ano passado. 2) “Quero paz e democracia, mas, se eles não querem, nós sabemos brigar também, sobretudo quando o João Pedro Stédile colocar o exército dele do nosso lado.” Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do Brasil, ameaçando lançar o exército do MST contra a população insatisfeita, no mesmo dia em que a agência de classificação de risco Moody’s rebaixou a principal nota de crédito da Petrobras e retirou o grau de investimento, por conta da roubalheira comandada pelo PT na estatal que ele finge defender. Compartilhe com seus amigos:

 http://www.resumodicas.com.br/impeachment-lula-promete-guerra-civil.html

O Brasil não tem medo do PT

O Brasil não tem medo do PT

A aristocracia petista vive o seu pior momento. E Lula não vai sair do poder sem antes usar de todas as armas, legais ou não.
Em 2015, em meio a muita tensão política, a Constituição de 1988 terá sua prova de fogo. Não há qualquer paralelo com o episódio do impeachment de Fernando Collor. Este já tinha percorrido mais de dois anos de mandato quando foi apeado do poder. E o momento mais agônico da crise foi resolvido em quatro meses — entre julho e outubro de 1992. Também deve ser recordado que o então presidente tinha um arremedo de partido político, sua conexão com a sociedade civil era frágil — e quase nula com os setores organizados, a relação com o Congresso Nacional era ruim, e com medidas heterodoxas descontentou amplos setores, do empresariado ao funcionalismo público. Sem contar que, em 1990, o país passou por uma severa recessão (-4,3%) e tudo indicava — como efetivamente ocorreu — que, em 1992, teria uma nova recessão.
O quadro atual é distinto — e causa muito mais preocupação. O governo tem um sólido partido de sustentação — que está em crise, é verdade, mas que consegue agir coletivamente e tem presença dominante em governos estaduais e dezenas de prefeituras. A base congressual é volátil mas, aparentemente, ainda responde ao Palácio do Planalto. As divergências com o sócio principal do condomínio petista, o PMDB, são crescentes mas estão longe do rompimento. Em 12 anos, o governo construiu — usando e abusando dos recursos públicos — uma estrutura de apoio social. E, diferentemente de Collor, Lula estabeleceu uma sólida relação com frações do grande capital — a “burguesia petista” — que é hoje dependente do governo.
O país está vivendo um impasse. O governo perdeu legitimidade logo ao nascer. Dilma não tem condições de governar, não tem respeitabilidade, não tem a confiança dos investidores, dos empresários e da elite política. E, principalmente, não tem mais apoio dos brasileiros horrorizados com as denúncias de corrupção e a inépcia governamental em enfrentá-las, além do agravamento dos problemas econômicos, em especial da inflação.
Deve ser reconhecido que Fernando Collor aceitou o cerco político que sofreu sem utilizar da máquina de Estado para coagir os adversários. E foi apeado legalmente da Presidência sem nenhum gesto fora dos limites da Constituição. Mas o mesmo não ocorrerá com Dilma. Na verdade, não com Dilma. Ela é um nada, é uma simples criatura, é um acidente da História. O embate vai ser travado com Lula, o seu criador, mentor e quem, neste momento, assumiu as rédeas da coordenação política do governo.
Foi Lula que venceu a eleição presidencial de 2014. E agora espera repetir a dose. Mas a conjuntura é distinta. As denúncias do petrolão e a piora na situação econômica não permitem mais meros jogos de cena. O momento do marketing eleitoral já passou. E Lula vai agir como sempre fez, sem nenhum princípio, sem ética, sem respeito a ordem e a coisa públicas. O discurso que fez no Rio de Janeiro no dia 24 de fevereiro é apenas o início. Ele — um ex-presidente da República — incitou à desordem, ameaçou opositores e conclamou o MST a agir como um exército, ou seja, partir para o enfrentamento armado contra os adversários do projeto criminoso de poder, tão bem definido pelo ministro Celso de Mello, do STF.
Lula está desesperado. Sabe que a aristocracia petista vive o seu pior momento. E não vai sair do poder sem antes usar de todas as armas, legais ou não. Como um excelente leitor de conjuntura — e ele o é — sabe que os velhos truques utilizados na crise do mensalão já não dão resultado. E pouco resta para fazer — dentro da sua perspectiva. Notou que, apesar de dezenas de partidos e entidades terem convocado o ato público do dia 24, o comparecimento foi pífio, inexpressivo. O clima no auditório da ABI estava mais para velório do que para um comício nos moldes tradicionais do petismo. Nos contatos mantidos em Brasília, sentiu que a recomposição do bloco político-empresarial que montou no início de 2006 — e que foi decisivo para a sua reeleição – é impossível.
A estratégia lulista para se manter a todo custo no poder é de buscar o confronto, de dividir o país, jogar classe contra classe, região contra região, partido contra partido, brasileiro contra brasileiro. Mesmo que isso custe cadáveres. Para Lula, pouco importa que a crise política intensifique ainda mais a crise econômica e seus perversos efeitos sociais. A possibilidade de ele liderar um processo de radicalização política com conflitos de rua, greves, choques, ataques ao patrimônio público e privado, ameaças e agressões a opositores é muito grande. Especialmente porque não encontra no governo e no partido lideranças com capacidade de exercer este papel.
O Brasil caminha para uma grave crise institucional, sem qualquer paralelo na nossa história. Dilma é uma presidente zumbi, Por incrível que pareça, apesar dos 54 milhões de votos recebidos a pouco mais de quatro meses, é uma espectadora de tudo o que está ocorrendo. Na área econômica tenta consertar estragos que produziu no seu primeiro mandato, sem que tenha resultados a apresentar no curto prazo. A corrupção escorre por todas as áreas do governo. Politicamente, é um fantoche. Serve a Lula fielmente, pois sequer tem condições de traí-lo. Nada faria sozinha.
Assistiremos à lenta agonia do petismo. O custo será alto. É agora que efetivamente testaremos se funciona o Estado Democrático de Direito. É agora que veremos se existe uma oposição parlamentar. É agora que devemos ocupar as ruas. É agora que teremos de enfrentar definitivamente o dilema: ou o Brasil acaba politicamente com o petismo, ou o petismo destrói o Brasil.

Marco Antonio Villa é historiador

http://oglobo.globo.com/opiniao/o-brasil-nao-tem-medo-do-pt-15483200#ixzz3TRC6AtM9