quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

PT PROMOVE SUJEIRA, NA DEFESA DE LULA

PT PROMOVE SUJEIRA, NA DEFESA DE LULA


A pichação anda solta em Brasília, onde painéis de vidro dos modernos pontos de ônibus já aparecem repletos de ‘posters’, encharcados de cola, com a cara angelical do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a autoproclamar sua inocência aos que aguardam a chegada do transporte.
A imundície nos pontos de ônibus é o resultado do trabalho de panfletários do PT, sem dúvida animados pelo manifesto preparado pelo ex-chanceler Celso Amorim (“Eleição sem Lula é fraude ao povo”), base da campanha que ele e o partido promovem no exterior, numa tentativa de desqualificar a democracia brasileira e suas instituições, em particular as do Poder Judiciário.
Felizmente, não estamos mais sob o jugo do PT, que durante seus anos no poder estabeleceu no país um clima de opressão, cujo objetivo final era o de subjugar as instituições republicanas aos desígnios ideológicos do partido, nos moldes do que a dupla Hugo Chávez – Nicolás Maduro conseguiu implantar na  Venezuela. 
Não foi, aliás, no próprio Itamaraty, no tempo do mesmo Celso Amorim, que se criou um “cursinho” obrigatório de marxismo, pelo qual tinham de passar os diplomatas que chegavam do exterior, se aspirassem conseguir vaga em alguma divisão ou departamento?
Que panfleteiem o que quiserem pois é direito democrático. Mas que o façam dentro da lei. Pixar propriedade pública é crime. Que tratem depois os petistas de reembolsar o governo do Distrito Federal pelos gastos de retirar a sujeirada colada nos pontos de ônibus.
Diário do Poder/Pedro Luiz Rodrigues é jornalista

Reunião entre PM, MBL e CUT termina em impasse sobre manifestações na Paulista

Reunião entre PM, MBL e CUT termina em impasse sobre manifestações na Paulista


Cabe agora a promotoria do Ministério Público emitir recomendação para os grupos envolvidos e para o poder público


A reunião entre a Polícia Militar e membros do Movimento Brasil Livre (MBL), Revoltados Online e Central Única dos Trabalhadores (CUT) sobre manifestações na avenida Paulista no próximo dia 24 de janeiro, data do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Tribunal Regional Federal da 4º Região (TRF4), terminou em impasse. Grupos pró e anti-Lula se reuniram por quase duas horas na sede do Comando de Policiamento Metropolitano 1 (área centro da Capital) na manhã desta quarta-feira, mas não chegaram a nenhum acordo sobre mudanças de local e horário de seus respectivos atos.

Sem possibilidade de avanço no diálogo entre entidades interessadas, a Polícia Militar optou por comunicar o Ministério Publico que a realização dos atos no mesmo horário e local “implicaria em ameaça quanto à integridade física e segurança dos participantes.” A assessoria de imprensa do Ministério Público informou que até o início da noite de ontem não havia sido protocolado uma comunicação oficial da PM – mas, que assim que ela ocorresse, a questão seria analisada e caberia a Promotoria emitir uma recomendação aos grupos envolvidos e ao poder público.

MBL e CUT disputam Avenida Paulista para manifestações no dia do julgamento do ex-presidente Lula


MBL e Revoltados Online, que protocolaram o pedido para ocupar a Avenida Paulista no dia 18 de dezembro, não concordaram em alterar os horários de manifestação ou o local em que elas estavam previstas. Como o pedido da CUT foi feito apenas no dia 8 de janeiro, os movimentos anti-Lula teriam preferência de escolha. “Nós tentamos um acordo. A gente propôs mudança de horário ou até na chegada dos manifestantes por lados diferentes da Avenida. Ainda assim, o MBL não aceitou. Esse grupo está agindo deliberadamente para evitar que grupos pró-Lula se manifestem livremente”, disse o presidente da CUT Estadual, Douglas Izzo.
Já o coordenador do MBL, Kim Kataguiri, disse não aceitar um acordo por considerar “arriscado deixar uma mobilização da CUT marcada para o mesmo local com apenas uma hora de diferença para o nosso”. Segundo Kataguiri, “a CUT nunca cumpriu nenhum acordo feito com o MBL nessas reuniões com a polícia”.
A reunião entre a Polícia Militar e membros do Movimento Brasil Livre (MBL), Revoltados Online e Central Única dos Trabalhadores (CUT) sobre manifestações na avenida Paulista no próximo dia 24 de janeiro, data do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Tribunal Regional Federal da 4º Região (TRF4), terminou em impasse. Grupos pró e anti-Lula se reuniram por quase duas horas na sede do Comando de Policiamento Metropolitano 1 (área centro da Capital) na manhã desta quarta-feira, mas não chegaram a nenhum acordo sobre mudanças de local e horário de seus respectivos atos.
Sem possibilidade de avanço no diálogo entre entidades interessadas, a Polícia Militar optou por comunicar o Ministério Publico que a realização dos atos no mesmo horário e local “implicaria em ameaça quanto à integridade física e segurança dos participantes.” A assessoria de imprensa do Ministério Público informou que até o início da noite de ontem não havia sido protocolado uma comunicação oficial da PM – mas, que assim que ela ocorresse, a questão seria analisada e caberia a Promotoria emitir uma recomendação aos grupos envolvidos e ao poder público.
politica.estadao

PM vê falta de segurança e pede que MP vete atos sobre Lula na av. Paulista

PM vê falta de segurança e pede que MP vete atos sobre Lula na av. Paulista


17.jan.2017 - Batalhão da PM na rua Vergueiro, onde aconteceu a reunião entre os grupos


A Polícia Militar vai pedir nesta quarta-feira (17) ao Ministério Público de São Paulo para que a avenida Paulista não receba atos pró ou contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no próximo dia 24, quando o petista terá seu seu recurso julgado no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre.

O pedido foi anunciado depois que órgãos de segurança e representantes da CUT (Central Única dos Trabalhadores), do MBL (Movimento Brasil Livre) e do grupo Revoltados Online não conseguiram chegar a um acordo sobre as manifestações programadas para o local.

Toda manifestação na via precisa do aval prévio da PM. O encontro, que foi fechado para a imprensa, aconteceu em um batalhão da polícia. Além dos movimentos e da central, participaram do encontro representantes da própria PM, da GCM (Guarda Civil Metropolitana) e da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).

Para a PM, não há "condições técnicas de segurança" para que os grupos, ideologicamente antagônicos, se reúnam no mesmo dia com as suas militâncias na avenida — que foi palco, em 2015 e 2016, de atos a favor e contra o impeachment.

eleicoes.uol.

Exército Brasileiro apreende mais meia tonelada de "Skank" na "Cabeça do Cachorro".

Exército Brasileiro apreende mais meia tonelada de "Skank" na "Cabeça do Cachorro".






O Exército Brasileiro por intermédio do Comando Militar da Amazônia realizou na noite do dia 15 de janeiro, mais uma apreensão de entorpecentes no Alto Rio Negro, na região conhecida como “Cabeça do Cachorro”, parte noroeste do Amazonas.

A apreensão deu-se durante o vasculhamento noturno de uma trilha por tropa do 5º Batalhão de Infantaria de Selva, quando foram confiscadas quase meia tonelada de material similar a skunk.



Fonte:CMA

LULA - Crime contra a Bandeira Nacional

Em ato no Rio, Lula ataca presidente do tribunal que irá julgá-lo

O PT  e suas arruaças 





Dispõe sobre a forma e a apresentação dos Símbolos Nacionais, e dá outras providências.


CAPÍTULO V

Do respeito devido à Bandeira Nacional e ao Hino Nacional

Art. 30. Nas cerimônias de hasteamento ou arriamento, nas ocasiões em que a Bandeira se apresentar em marcha ou cortejo, assim como durante a execução do Hino Nacional, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio, o civis do sexo masculino com a cabeça descoberta e os militares em continência, segundo os regulamentos das respectivas corporações.

Parágrafo único. É vedada qualquer outra forma de saudação.

Art. 31. São consideradas manifestações de desrespeito à Bandeira Nacional, e portanto proibidas:

I - Apresentá-la em mau estado de conservação.

II - Mudar-lhe a forma, as côres, as proporções, o dístico ou acrescentar-lhe outras inscrições;

III - Usá-la como roupagem, reposteiro, pano de bôca, guarnição de mesa, revestimento de tribuna, ou como cobertura de placas, retratos, painéis ou monumentos a inaugurar;

IV - Reproduzí-la em rótulos ou invólucros de produtos expostos à venda.


CAPÍTULO VI
Das Penalidades

Art. 35 - A violação de qualquer disposição desta Lei, excluídos os casos previstos no art. 44 do Decreto-lei nº 898, de 29 de setembro de 1969, é considerada contravenção, sujeito o infrator à pena de multa de uma a quatro vezes o maior valor de referência vigente no País, elevada ao dobro nos casos de reincidência.            (Redação dada pela Lei nº 6.913, de 1981).


O LULA  está cometendo uma contravenção.

Não tem como falar que não sabia e a culpa é da Marisa.

Falta uma autoridade enquadrar o meliante.

Cai resistência a Bolsonaro no Exército

Cai resistência a Bolsonaro no Exército


O deputado Jair Bolsonaro

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) quebrou a resistência a seu nome dentro da cúpula das Forças Armadas. Essa mudança de posição, no entanto, não se transformou em um apoio ao pré-candidato, que deve se filiar ao PSL em março para disputar o Palácio do Planalto. O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, diz que a oposição a Bolsonaro deixou de existir, mas, mesmo o deputado sendo um capitão do Exército na reserva, ele não pode ser apontado como candidato da corporação.

“Institucionalmente, a posição das Forças Armadas é a mesma em relação a todos os candidatos, somos uma instituição de Estado. Bolsonaro deixou de ser militar há 30 anos. Atualmente, é um político, igual aos demais que estão se movimentando neste cenário para as eleições de 2018”, afirmou o general ao jornal O Estado de S. Paulo.
Generais, brigadeiros e almirantes da ativa consultados pela reportagem avaliaram que o fato de o deputado ter defendido a tropa durante as sessões da Comissão da Verdade, no governo da presidente cassada Dilma Rousseff, ajudou a romper as críticas. Além disso, atualmente quatro dos 15 generais que integram o Alto Comando do Exército são colegas de Bolsonaro na turma de 1977 da Academia Militar das Agulhas Negras.
Nos últimos anos, o deputado também tem mantido contato informal com oficiais-generais, da ativa e da reserva, incluindo o alto comando das três Forças e participado constantemente das formaturas de turmas de oficiais.
Prisão
A oposição ao nome do deputado nas Forças vinha do fim dos anos 1980, quando ele deixou o Exército por criticar em artigos os “salários baixos” da corporação, estando na ativa. Ainda capitão, foi preso no quartel, em setembro de 1986, por conceder entrevistas sobre os salários e depois investigado pela acusação de ter elaborado um suposto plano para explodir um duto do Rio Guandu.
Foi absolvido pelo Supremo Tribunal Militar (STM). Em seus mandatos na Câmara dos Deputados – foi eleito pela primeira vez em 1991 e está na sétima legislatura -, conseguiu mais desafetos com discursos duros contra a cúpula das Forças Armadas. “O passado já é passado. Então, não pesa neste aspecto”, disse Villas Bôas.
Questionado sobre a posição do general de Exército Antônio Hamilton Mourão, que afirmou que Bolsonaro “é um dos nossos”, Villas Bôas disse que “não encampa” essa ideia. “Individualmente, como os militares e a família vão votar, não tenho condições de avaliar qual é a tendência”, afirmou o comandante. Na ocasião, Mourão afirmou: “O deputado Bolsonaro já é um homem testado, é um político com 30 anos de estrada, conhece a política. E é um homem que não tem telhado de vidro”.
A declaração do general Mourão foi dada em palestra em Brasília no fim do ano passado, quando ele ainda estava no Comando Militar do Sul, de onde foi afastado por suas declarações políticas, proibidas pelo regulamento militar.
Para oficiais ouvidos pela reportagem, um dos pontos a favor de Bolsonaro como candidato à Presidência é o fato de ele não ser investigado em casos de corrupção. Os militares demonstram, no entanto, preocupação com o temperamento intempestivo do deputado federal e a filiação a um partido pequeno.
Formaturas
Bolsonaro compareceu no ano passado a praticamente todas as cerimônias de formaturas de escolas militares. Foi ovacionado em algumas ocasiões e é requisitado para selfies com os formandos. Desde seu primeiro mandato, o deputado já ouviu gritos de “líder, líder”, em uma formatura da Academia Militar das Agulhas Negras, e de “mito, mito”, em uma escola de formação de praças da Marinha.
Emendas
Levantamento feito pelo Estadão/Broadcast mostra que o pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro destinou 59,2% do total de suas emendas parlamentares para atividades relacionadas às Forças Armadas. Dos R$ 76 milhões indicados pelo deputado em emendas entre 2014 e 2017, R$ 45 milhões tiveram essa destinação.
O deputado reservou recursos para Marinha, Exército e Aeronáutica. A maior parte das rubricas orçamentárias foi para assistência médica e odontológica de servidores e militares, unidades de saúde, compra de equipamentos e ambulâncias, além da modernização de hospitais militares.
Quase todos os anos, ele garantiu verba para a Academia Militar das Agulhas Negras, onde se formou, e à brigada paraquedista do Exército. Procurado, o deputado não respondeu à reportagem. 
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Segurança já é reforçada na área do TRF4

Segurança já é reforçada na área do TRF4




SSP solicitou ao governo federal que prédios públicos no entorno da Corte não tenham expediente em dois dias na semana que vem

Policiais já reforçam segurança no entorno do TRF4


A uma semana do julgamento do recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado para o dia 24, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) já mobilizou contigente para reforçar a segurança no entorno do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). Na tarde desta terça-feira, automóveis e motocicletas da Brigada Militar realizavam vistoria na área. Uma caminhonete da Polícia Rodoviária Federal (PRF) também permaneceu estacionada em frente ao prédio. Até mesmo cães farejadores foram escalados para percorrer as calçadas em frente ao edifício. Policiais militares, a pé e a cavalo, circularam dentro do Parque Maurício Sirotsky Sobrinho e também nas avenidas adjacentes, como a Loureiro da Silva e Augusto de Carvalho.
De acordo com a SSP, a medida antecipada serve “para evitar qualquer tipo de problemas com relação ao prédio” e “garantir a segurança do entorno”. A segurança deve ser reforçada também na parte interior edifício. Apesar da informação não ter sido oficialmente confirmada, policiais federais estiveram no local para reconhecimento das salas a serem ocupadas na sessão da próxima semana. Está também previsto um isolamento da região, mas a pasta ainda não informou a extensão e nem quando começará.
O secretário de Segurança, Cézar Schirmer, requisitou aos órgãos federais que funcionam na região para que suspendessem o expediente interno no dia do julgamento para diminuir a circulação de pessoas e automóveis no perímetro do TRF4. O mesmo pedido foi feito à Câmara Municipal, que fica próxima ao TRF4. A medida valerá não apenas no dia do julgamento, como também no que antecede a data.

As únicas pessoas autorizadas a permanecer no interior do prédio do TRF4 no dia 24, além dos agentes responsáveis pela segurança e funcionários escalados, serão jornalistas e autoridades previamente credenciados, além das partes envolvidas na sessão – desembargadores, réus e advogados. Ninguém poderá circular pelos corredores para garantir a integridade do prédio, das pessoas e o bom andamento do trabalho.
correiodopovo