segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Promessas do Ministro da Defesa

Jungmann toma posse com a promessa de evitar cortes no orçamento da Defesa

HOJE É OUTRA CONVERSA.

Segundo o comando das Forças, neste ano, houve um contingenciamento de 40%, e o recurso só é suficiente para cobrir os gastos até setembro.

Jungmann promete reajustar salário de militares das Forças Armadas:  O ministro da Defesa, Raul Jungmann disse em entrevista ao programa “Forças do Brasil” da rádio Nacional que o governo vai reajustar o salário dos militares das Forças Armadas, de forma a assegurar a esses servidores paridade salarial das demais carreiras de Estado. O aumento será escalonado, segundo o ministro. Os percentuais estão sendo discutidos entre a Defesa e a equipe econômica com a participação dos comandantes da Aeronáutica, Marinha e do Exército – como uma espécie de contrapartida à reforma da Previdência dos militares

Mantido o aumento dos militares em 2018

Valor economizado com adiamento de reajuste salarial em 2018 encolhe com a exclusão de integrantes das Forças Armadas da medida.
Quase perdemos o reajuste de 2018.

E a previdência vai chegando.

Não devemos esquecer da MP 2215/2001. 

Estamos no negativo até hoje.





EXISTEM PARTIDOS DE EXTREMA-DIREITA NO BRASIL?


Este artigo tem um único objetivo: classificar a tendência ideológica dos diferentes partidos políticos brasileiros de acordo com seu estatuto e/ou seus principais representantes. Note ainda que em nosso pais os partidos não costumam ser muito firmes em suas convicções ideológicas. Dessa forma é comum termos políticos de esquerda filiados a partidos de direita, e vice-versa. Devido a seu tamanho e amplo espectro político, o PMDB foi classificado como sendo tanto de centro-direita como de centro-esquerda. Entre parênteses o número de deputados federais eleitos pelo partido em 2014. No caso do PMDB foram alocados 33 deputados federais para centro-direita e outros 32 para centro-esquerda.
Partidos de extrema-esquerda: PCdoB (10), PSTU, PCB, PCO, PSOL (5). Total = 15
Partidos de esquerda: PT (68), PSB (34), PTB (25), PDT (20), PPS (10), PTdoB (2), PTN (4), PPL, SD (15), REDE (formado depois da eleição de 2014). Total = 178
Partidos de centro-esquerda: PMDB (32), PSDB (54), PRP (3), PV (8), PP (38), PHS (5), PSD (36), PEN (2), PROS (11), PMB (formado depois da eleição de 2014). Total = 189
Partidos de centro-direita: PMDB (33), DEM (21), PTC (2), PSC (13), PMN (3), PRB (21), PR (34). Total = 127
Partidos de direita: PRTB (1), PSDC (2), PSL (1), NOVO (formado depois da eleição de 2014). Total = 4
Partidos de extrema-direita: nenhum.
Claro que outras divisões são possíveis, poderíamos por exemplo dividir os partidos entre conservadores, liberais, e progressistas (socialistas). Mas os pontos que quero ilustrar permaneceriam essencialmente os mesmos, quais sejam, a inexistência de um único partido político de extrema-direita, e o amplo domínio dos partidos de centro-esquerda e esquerda.
Como inexistem partidos de extrema-direita no Brasil, os candidatos de direita e centro-direita acabam sendo taxados de radicais e extremistas. Não é raro a imprensa taxar candidatos de direita como sendo ultraconservadores ou radicais de extrema-direita. Isso ocorre em decorrência direta do fato de que nosso espectro político esta muito viesado para a esquerda. Isto é, qualquer um mais a direita do PSDB já é imediatamente rotulado como um radical de extrema-direita. Já na outra ponta, a existência de vários partidos de extrema-esquerda faz com que partidos de esquerda e centro-esquerda pareçam moderados. Daí você nunca ouvir na imprensa o termo radical de esquerda para designar membros do PT ou do PSDB por exemplo.
Uma conta rápida mostra que enquanto os partidos de esquerda detém 382 deputados, sobram apenas 131 deputados representando partidos de direita. Analisando esses números, não causa surpresa o fato de que pautas com apoio majoritário da população (tais como a revogação do estatuto do desarmamento, e a redução da maioridade penal) enfrentem grandes resistências para serem aprovadas no Congresso Nacional onde predominam partidos com pautas de esquerda.
Claro que existem deputados de direita no PSDB, da mesma maneira que existem esquerdistas filiados a partidos de direita. Mas o ponto desse post é ressaltar que a ausência de um partido de extrema-direita no Brasil (para contrabalancear os partidos de extrema esquerda) tem causado um deslocamento do espectro político favorável a esquerda. Notem que são 5 partidos de extrema-esquerda, com 15 deputados federais, contra nem um único partido de extrema-direita. E, pior que isso, apenas 4 deputados de direita. Isto é, a extrema-esquerda possui mais do que o triplo de representantes no Congresso do que os partidos moderados de direita. Além disso, a divisão acima demonstra a grande força e domínio das pautas de esquerda no debate no Congresso Nacional, mesmo quando essas pautas não encontram grande apoio junto a população.
Por Adolfo Sachsida, publicado pelo Instituto Liberal

Imprensa 'de esquerda'? Imprensa 'de direita'?

O fato (histórico) de os jornais diários terem se firmado, ainda no século 19, como extensão de articulações partidárias que se enfrentavam na esfera pública tornou natural a classificação dos órgãos de imprensa segundo chaves próprias para a designação de correntes ideológicas. O Estadão, por exemplo, nasceu em 1875 - com o nome de A Província de São Paulo - com o objetivo declarado de promover as causas da abolição da escravatura e da República. Portanto, os adjetivos "abolicionista" e "republicano" davam conta de defini-lo, como se ele fosse um partido.

Com quase todos os jornais do século 19 foi assim: faziam proselitismo aberto, sem o menor embaraço (a reportagem era, naqueles primórdios, um acessório, um recurso a mais a serviço da propaganda das ideias). Por isso, exatamente como as agremiações partidárias, os diários se classificavam tranquilamente como republicanos ou monarquistas, nacionalistas ou internacionalistas, socialistas ou comunistas, conservadores ou liberais (os rótulos variavam - e ainda variam - conforme a cultura política de cada país). Mais recentemente, costumava-se dizer que os órgãos de imprensa são "de direita", "de centro", "de esquerda". Com a maior naturalidade do mundo.
E hoje? Será que essa fórmula ainda funciona para entender a identidade e a vocação dos novos perfis dos órgãos de imprensa? Provavelmente não.
Não que as redações não tenham posições políticas. Elas as têm, mas isso é apenas parte do que representam e do que fazem. Fora isso, o modelo de classificação "esquerda/direita" acabou se relativizando até mesmo para a atividade política. A ordenação que se estende da esquerda para a direita na linha imaginária em que estariam dispostos os ideários disponíveis no debate público é, no mínimo, controversa.
No plano dos costumes, diz-se "de esquerda" quem defende, digamos, o casamento gay, enquanto os opositores dessa bandeira são vistos como gente "de direita". Já no plano econômico, os adeptos do livre mercado (quanto mais sem Estado, melhor) são "de direita"; os entusiastas da estatização costumam ser carimbados como "de esquerda". Num terceiro plano possível, aquele mais puramente político, os "de direita" gostam da gestão autoritária, autocrática; os "de esquerda" seriam mais "assembleístas", devotos de sufrágios, plebiscitos e instâncias participativas em geral.
Mas a vida é mais complicada do que isso. Lembremos que, no Brasil, a mesma ditadura militar que suprimiu eleições, censurou a imprensa e sufocou o Congresso Nacional (era de direitíssima, portanto) estatizou a economia numa escala considerável, em índices quase soviéticos. Por outro lado, regimes ditos "de esquerda", como o de Cuba, perseguiram os homossexuais com disciplina bolchevique, impuseram o regime do partido único e estatizaram totalmente a atividade econômica (hoje há recuos, muitos). Vemos, por aí, que a semântica mais convencional de "esquerda" e "direita" não ajuda muito a entender os propósitos dos agentes políticos.
Tentemos outra abordagem. A matriz de Norberto Bobbio, que pensa esquerda e direita em torno de dois eixos, liberdade e igualdade, talvez esclareça o cenário um pouco mais. Bobbio diz que a esquerda gosta mais da igualdade, em função da qual se disporia a sacrificar a liberdade, e que a direita prefere a liberdade (de iniciativa econômica, principalmente), abrindo mão, se necessário, do princípio da igualdade.
Mesmo assim, a coisa continua problemática. Segundo a matriz de Bobbio, o sujeito de esquerda é aquele que aposta, vejamos, na liberdade de organização sindical e na defesa dos direitos dos trabalhadores. Para ele, a liberdade seria um atalho rumo à igualdade. Acontece que esse mesmo sujeito fecha os olhos para o massacre da liberdade sindical que tem lugar nos regimes autodeclarados "de esquerda", que juram defender a igualdade. Interessante: a mesma persona sindical que é festejada por plateias esquerdistas, no Brasil, é condenada como reacionária e pequeno-burguesa pelas mesmas plateias, em Havana.
Ora, se nem mesmo os agentes políticos podem ser bem explicados pela classificação "direita/esquerda" - principalmente no Brasil, onde as principais forças políticas, como PT, PSDB e PSB, se declaram mais ou menos "de centro-esquerda" -, por que esse modelo de classificação deveria servir para definir a marca essencial de um veículo jornalístico? Talvez o conjunto de convicções de uma empresa jornalística - que pode incluir a defesa de marcos regulatórios para o mercado de radiodifusão, do Estado laico e do mercado capitalista, por exemplo - possa ser suscetível de uma classificação nesses moldes, mas o âmago de uma redação contemporânea, aquilo que a define, vai além disso. Os editoriais de um jornal podem mostrar-se ultraliberais nos costumes (meio "de esquerda") e conservadores na economia ("de direita"), sem problema algum. Isso não quer dizer que esse jornal esteja necessariamente a serviço de ONGs da causa gay ou de partidos direitistas. A imprensa, como objeto teórico, ganhou autonomia e não cabe mais nos escaninhos da política.
Sem dúvida, o jornalismo cobre a política. É seu dever. Mais ainda, é uma atividade essencialmente política, pois lida o tempo todo com o poder e com os direitos da cidadania. Mas um jornal não é (mais) a mesma coisa que um partido (quanto mais partidário, pior é) e sua qualidade não vem (mais) do fato de ele ser visto como "de direita" ou "de esquerda". Vem, antes, da disposição que tem de refletir o pluralismo, da transparência com que expõe sua própria opinião, da sua independência e da capacidade que demonstra de investigar a fundo os assuntos que reporta. Aí está o núcleo da identidade (e da qualidade) de um órgão de imprensa - e esse núcleo não é meramente "de esquerda" ou de "direita", ainda que muitos se tenham acomodado a essa visão reducionista.
*Eugênio Bucci é jornalista e professor da ECA-USP e da ESPM.
Estadão

DINHEIRO, TECNOLOGIA E PODER

A Operação Lava-Jato 
Foi além do desmanche do maior esquema de corrupção já desvendado no Brasil. Fez ruir um projeto continental de poder que uniu o PT, a Odebrecht e outras empreiteiras no financiamento de campanhas políticas de esquerda e investimentos bilionários em Cuba. Fui testemunha do nascimento deste projeto em 1994, como enviado especial do Correio Braziliense ao Uruguai e Argentina para apurar as conexões do PT com a esquerda latino-americana para a criação de uma multinacional da política no continente com o nome fantasia de Foro de São Paulo. A entidade foi viabilizada pelo ex-secretário de Relações Internacionais do PT, Marco Aurélio Garcia, morto em 20 de julho, embora a fama pelo empreendimento tenha ficado com Lula.
A meta do Foro, criado em junho de 1990, era combater o neoliberalismo e criar uma hegemonia partidária e ideológica na América Latina, elegendo parlamentares e governantes. Chamava a atenção, durante a apuração da reportagem, o profissionalismo com que o projeto era conduzido. A comunicação exibia unidade de linguagem, com deputados e dirigentes sindicais de vários países afinados no mesmo discurso. Conforme o projeto avançava e governos iam sendo conquistados, como aconteceu no Brasil em 2002 com a eleição de Lula, surgia explosiva a mistura de ideologia, corrupção com a *compra dos adversários* — como ficou evidente no mensalão e depois na Lava-Jato — e enriquecimento pessoal.
Hoje ficou comprovado que a Odebrecht funcionou como braço financeiro do PT para viabilizar um projeto de poder com a eleição de políticos ligados ao Foro de São Paulo. Em troca, a empreiteira reinaria absoluta, como acabou acontecendo em vários países. Ao desbaratar o esquema de corrupção controlado pelo PT, a Lava-Jato lançou luz sobre o avanço do Foro de São Paulo no continente e o papel de arrecadadora e distribuidora de dinheiro da Odebrecht, oferecendo aos parceiros do partido marketing político de primeira linha — inicialmente com Duda Mendonça e depois com João Santana —, plano de governo com obras caras e assessoria para o financiamento dessas obras, muitas das quais receberam recursos do BNDES.
Em junho de 1994, recebi um telefonema do advogado paulista José Carlos Graça Wagner, que me deu detalhes sobre o Foro de São Paulo. Ele jurava que o Foro, criado pelo PT, tinha a finalidade de integrar a esquerda latino-americana e financiar a eleição de Lula e outros líderes latino-americanos e até africanos. Investiguei o assunto e confirmei a história. Marcamos uma conversa no escritório de Graça Wagner, em São Paulo, na Alameda Canuri, 72, Indianápolis.
Anticomunista ferrenho, beirando os 70 anos, elegante, inteligente e culto, Graça Wagner sabia tudo sobre o Foro de São Paulo: "Eles não querem vencer só no Brasil, querem o poder em toda a América Latina. Pretendem financiar esse projeto com *dinheiro público*". Deu nomes, datas e uma informação surpreendente para aquela época: dirigentes do Foro em outros países estavam conectados com o PT de São Paulo por uma rede internacional de computadores.

Fui para o Uruguai e consegui confirmar a história de José Carlos Graça Wagner. Cheguei até o deputado Jose Bayard, da Vertente Artiguista da Frente Ampla. No seu gabinete no Congresso, *havia um computador ligado em rede com São Paulo, pelo qual se comunicava com a direção nacional do PT em tempo real. "Vamos ampliar isso", garantiu o deputado. Fiquei impressionado. Numa época em que os celulares eram uma novidade caríssima e a internet engatinhava, uma rede privada internacional de computadores era algo no mínimo ousado*.
Apurei que os Tupamaros, movimento guerrilheiro atuante durante a ditadura uruguaia, sabiam de onde vinha e onde estava guardado o dinheiro do Foro de São Paulo. Depois de uma negociação difícil, fui avisado que me procurariam no meu hotel. Dois dias depois, na esquina da avenida 18 de Julio com Calle Yaguarón, por volta das 11h30, um Citroen 2CV, com dois homens jovens me recolheu. Sentei atrás. No caminho me explicaram que a fonte conversaria comigo num bar, mas não poderia perguntar seu nome, anotar e nem registrar o endereço. Pediram que eu me abaixasse naquele banco apertado. Rodaram mais uns 10, 15 minutos. Pararam. Havia um bar acanhado, uma portinha. Mandaram que eu entrasse e fosse até os fundos. Entrei. Ele estava lá. Barba de dois, três dias, óculos escuros, cara redonda, japona de lã preta, cabelos grisalhos, gordinho. Na mesa, um solitário copo de vinho tinto. Fez sinal. Sentei. Foi logo falando: "O dinheiro deles vem de Cuba e também de doadores de campanha aqui do Uruguai e de outros países. Eles têm uma conta em dólares no Citibank em Montevideo. *Quando precisam de dinheiro vivo, sacam e atravessam a fronteira por Rivera ou qualquer outro lugar por onde possam passar de carro ou a pé sem despertar suspeitas e sem correr o risco de serem roubados. Sempre usam seguranças quando precisam transportar dinheiro para o Brasil. São pacotes de dólares. É tudo o que eu sei*". Tentei argumentar, pedir mais detalhes, queria saber quem administrava a conta, mas o homem não quis conversa: "É tudo o que posso dizer". Voltamos e fiquei no mesmo ponto da 18 de Julio. Chovia e fazia frio. Era uma informação importante, mas impossível de ser checada, tanto que não publiquei. Só agora, com os resultados da Lava-Jato, decidi revelar.
Cheguei em Buenos Aires no dia 21 de julho. Nas conversas com os argentinos, consegui aprofundar bastante a apuração. Conversei com os deputados Graciela Fernandez Meijire e Carlos Chacho Alvarez; Jorge Kreyness, dirigente do Partido Comunista da Argentina; e sindicalistas como Víctor de Genaro, da Central dos Trabalhadores da Argentina. Todos apostavam firme na eleição de Lula e na integração da esquerda latino-americana. Para Kreyness, o papel do Foro de São Paulo era uma frente de esquerda organizada com "unidade na adversidade".
O mais incrível é que, ao longo dos últimos 23 anos, o projeto de poder do PT e da esquerda latino-americana *avançou sem qualquer reação dos adversários, seja por falta de informação e capacidade de articulação, por terem subestimado o partido e seus aliados ou ainda porque, como revelou a Lava-Jato, boa parte destes adversários foram comprados* pelo esquema de suborno envolvendo o mensalão, a Petrobras, financiamentos do BNDES e outras fontes de dinheiro público, exatamente como denunciou José Carlos Graça Wagner, morto em 2006. Presidentes de vários países tiveram sua propaganda política, obras e planos de governos financiados com recursos do Tesouro, empresas e bancos públicos, numa farra de 13 anos que jogou o Brasil na pior crise econômica e política da sua história e cujas consequências se tornaram imprevisíveis.


por Marcelo S. Tognozzi. Artigo publicado em 

Dispõe sobre a manifestação, por militar inativo, de pensamento e opinião políticos ou filosóficos

Lei 7524/86 | Lei no 7.524, de 17 de julho de 1986

Dispõe sobre a manifestação, por militar inativo, de pensamento e opinião políticos ou filosóficos


O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

Art 1º Respeitados os limites estabelecidos na lei civil, é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político, e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público.

Parágrafo único. A faculdade assegurada neste artigo não se aplica aos assuntos de natureza militar de caráter sigiloso e independe de filiação político-partidária. 
Art 2º O disposto nesta lei aplica-se ao militar agregado a que se refere a alínea b do § 1º do art. 150 da Constituição Federal.
Art 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. 
Art 4º Revogam-se as disposições em contrário. 
Brasília, 17 de julho de 1986; 165º da Independência e 98º da República.
JOSÉ SARNEY
Henrique Saboia
Leônidas Pires Gonçalves
Octávio Júlio Moreira Lima
Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 18.7.1986

Os escândalos do PT

Precisamos ter as repostas para os escândalos do PT conforme abaixo:
1. Caso Pinheiro Landim
2. Caso Celso Daniel
3. Caso Toninho do PT
4. Escândalo dos Grampos Contra Políticos da Bahia
5. Escândalo do Proprinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha )
6. CPI do Banestado
7. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST
8. Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC
9. Privatização das Estatais no Primeiro Ano do Governo Lula
10. Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros
11. Irregularidades do Fome Zero
12. Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel)
13. Escândalo do Ministério do Trabalho
14. Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos
15. Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos)
16. Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queizoz)
17. Operação Anaconda
18. Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)
19. Caso José Eduardo Dutra
20. Escândalo dos Frangos (em Roraima)
21. Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo
22. Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná)
23. Expulsão dos Políticos do PT
24. Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (ou Caso Waldomiro Diniz)
25. Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF)
26. Escândalo da ONG Ágora
27. Escândalo dos Copos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky)
28. Caso Henrique Meirelles
29. Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação)
30. Caso Cássio Caseb
31. Caso Kroll
32. Conselho Federal de Jornalismo
33. Escândalo dos Vampiros
34. Escândalo das Fotos de Herzog
35. Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004
36. Escândalo do PTB (Oferecimento do PT para ter apoio do PTB em troca de cargos, material de campanha e R$ 150 mil reais a cada deputado)
37. Caso Antônio Celso Cipriani
38. Irregularidades na Bolsa-Escola
39. Caso Flamarion Portela
40. Irregularidades na Bolsa-Família
41. Escândalo de Cartões de Crédito Corporativos da Presidência
42. Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia prefeituras administradas pelo PT)
43. Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)
44. Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho)
45. Escândalo do IRB
46. Escândalo da Novadata
47. Escândalo da Usina de Itaipu
48. Escândalo das Furnas
49. Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão)
50. Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão & Leão)
51. Escândalo da Secom
52. Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT
53. Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom)
54. Escândalo da CPEM
55. Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto)
56. Caso Marka/FonteCindam
57. Escândalo dos Dólares na Cueca
58. Escândalo do Banco Santos
59. Escândalo Daniel Dantas - Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas)
60. Escândalo da Interbrazil
61. Caso Toninho da Barcelona
62. Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha)
63. Caso dos Dólares de Cuba
64. Doação de Roupas da Lu Alckmin
65. Doação de Terninhos de Marísa da Silva
66. Escândalo da Nossa Caixa
67. Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)
68. Escândalo das Cartilhas do PT
69. Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
70. Escândalo do Proer
71. Escândalo dos Fundos de Pensão
72. Escândalo dos Grampos na Abin
73. Escândalo do Foro de São Paulo
74. Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)
75. Escândalo do Mensalinho
76. Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente).
77. 69 CPIs Abafadas pelo Geraldo Alckmin (em São Paulo)
78. Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula
79. Crise da Varig
80. Escândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)
81. Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados
82. CPI da Imigração Ilegal
83. CPI do Tráfico de Armas
84. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC
85. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST
86. Operação Confraria
87. Operação Dominó
88. Operação Saúva
89. Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra
90. Escândalo dos Funcionários Federais Empregados que não Trabalhavam
91. Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo
92. Escândalo dos Grampos no TSE
93. Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula)
94. ONG Unitrabalho
95. Escândalo da Renascer em Cristo
96. CPI das ONGs
97. Operação Testamento
98. CPI do Apagão Aéreo ( Câmara dos Deputados)
99. Operação Hurricane (também conhecida Operação Furacão )
100.Operação Navalha
101.Operação Xeque-Mate
102.Escândalo da Venda da Varig

As últimas:
Confira algumas das principais fases da Lava Jato contra a corrupção:

Operação Lava Jato – Esta operação da Polícia Federal foi o início de toda a investigação sobre a corrupção na Petrobras. A operação começou a ser deflagrada em 17 de março de 2014. Inicialmente, foram mais de cem mandados de busca e apreensão, prisão temporária, prisão preventiva e condução coercitiva. Esta operação começou para investigar um esquema de desvio de dinheiro na Petrobras, estimado em cerca de R$ 40 bilhões.
Operação Cui Bono
Operação Eficiência
Operação Mascate
Operação Leviatã
Operação Blackout
Operação Tolypeutes
Operação Satélites
Operação Paralelo
Operação O Quinto do Ouro
Operação Fatura Exposta
Operação Ratatouille

Operação Custo Brasil – Operação que ocorreu em parceria com o Ministério Público Federal e com a Receita Federal, deflagrada em 23 de junho de 2016. Esta foi a 18ª fase da Operação Lava Jato e investigou o Grupo Consist. A PF diz que o objetivo da operação, batizada de Custo Brasil, é apurar o pagamento de cerca de R$ 100 milhões em propina referente a contratos de prestação de serviços de informática, entre os anos de 2010 e 2015, a pessoas ligadas a funcionários e agentes públicos ligados ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).
Alvos de mandados de prisão:
- Paulo Bernardo – preso
É suspeito de ter se beneficiado da contratação da empresa Consist, que cobrava mais do que devia e repassava 70% do seu faturamento para o PT e para políticos, segundo a PF, a Receita e o MPF. O escritório de Guilherme Gonçalves, ligado a ele, recebeu mais de R$ 7,6 milhões de 2010 a 2015 em decorrência do esquema, de acordo com as autoridades.
- João Vaccari Neto - já está preso desde 2015
Houve um mandado de prisão preventiva para o ex-tesoureiro do PT, mas ele já está preso desde 2015.
- Paulo Ferreira - se entregou à Justiça e está preso
Houve um mandado de prisão contra ele na operação, mas ele não foi encontrado. Se entregou um dia após a operação. Ex-tesoureiro do PT, Ferreira é marido da ex-ministra do Desenvolvimento Social no governo Dilma, Tereza Campelo, e próximo ao ex-ministro José Dirceu, já condenado na Operação Lava Jato.
- Valter Correia da Silva - preso
Preso na operação, é secretário de Gestão do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), desde março de 2015.
- Daisson Silva Portanova – preso
Preso na operação, é advogado no Rio Grande do Sul.
- Nelson Luiz Oliveira Freitas - preso
Preso na operação, é ex-servidor do Ministério do Planejamento.
É suspeito de ter recebido pagamentos ilícitos.
- Guilherme de Salles Gonçalves
Se entregou e está preso.
Advogado, ele participou da campanha da senadora Gleisi Hoffmann para o governo do Paraná, em 2010, e à Prefeitura de Curitiba, em 2008.
É suspeito de exercer o papel de intermediário/lobista no esquema, recebendo valores devidos a Paulo Bernardo.
- Emanuel Dantas do Nascimento - preso
Preso na operação, no Recife (PE), é sócio da empresa Concrused.
É suspeito de ser lobista e ter recebido mais de R$ 34 milhões da Consist.
- Joaquim José Maranhão - preso
Preso na operação, no Recife (PE), é sócio da empresa Concrused.

É suspeito de ser lobista e ter recebido mais de R$ 34 milhões da Consist.
- Dercio Guedes de Souza - preso
É proprietário da JD2 Consultoria e Participações Ltda.
É suspeito de usar sua empresa para intermediar interesses dos servidores do Ministério do Planejamento.
- Washington Luiz Viana - preso
Proprietário da empresa CSA Net.
A empresa dele foi "parceira" da Consist de 2009 a 2014. Ele é suspeito de corrupção e desvio de dinheiro público.

Operação Zelotes – A Operação Zelotes deflagrada pela Polícia Federal do Brasil em 26 de março de 2015, para investigar um esquema de corrupção no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf), órgão colegiado do Ministério da Fazenda, responsável por julgar os recursos administrativos de autuações contra empresas e pessoas físicas por sonegação fiscal e previdenciária.
Investigam-se ao menos 70 empresas, destacando-se alguns dos maiores grupos empresariais do Brasil, como Gerdau, BankBoston, Mundial-Eberle, Ford, Mitsubishi, Banco Santander, Bradesco, Banco Safra e o Grupo RBS, afiliado da Rede Globo no Rio Grande do Sul. O Partido Progressista também está sendo investigado, assim como o ex-presidente da República Luís Inácio Lula da Silva e um de seus filhos.
Juiz aceita denúncia na Zelotes e torna réus ex-diretor do BankBoston e outros 10. Além de Walcris Rosito, tornaram-se réus servidores, advogados, lobistas e ex-conselheiros do Carf. A denúncia abrange um período de nove anos (de 2006 a 2015), durante o qual funcionou o esquema, cujos protagonistas, conforme o Ministério Público, eram o auditor da Receita Federal em São Paulo Eduardo Cerqueira Leite e o então conselheiro do Carf em Brasília José Ricardo da Silva.
De acordo com os investigadores, o grupo de consultores, advogados e lobistas teria recebido mais de R$ 25,8 milhões em vantagens indevidas para ajudar o BankBoston.
Segundo o MP, Eduardo Leite e José Ricardo da Silva atuavam no Carf em favor de empresas que pagavam propina. No caso do BankBoston, em dois processos a instituição conseguiu baixar sua dívida gerando um prejuízo à União de aproximadamente R$ 600 milhões.


Operação Acrônimo – A operação investigou um esquema de lavagem de dinheiro para campanhas eleitorais. Foi deflagrada em 29 de maio de 2015. R$ 1,5 milhão
Fases
Primeira fase
Em 29 de maio de 2015, cerca de quatrocentos policiais federais cumpriram noventa mandados de busca e apreensão expedidos pela 10ª Vara da Justiça Federal do DF. Também foi feito o sequestro judicial, em Brasília, de um avião particular, turboélice, avaliado em R$ 2 milhões.

Segunda fase
Em 25 de junho de 2015, a PF deflagrou a segunda fase da Operação Acrônimo com o cumprimento de dezenove mandados de busca e apreensão em três estados e no DF. Destes, dez mandados foram expedidos para a capital federal, seis para Belo Horizonte, e os outros três para Uberlândia (MG), Rio de Janeiro e São Paulo. Um dos locais onde os agentes da Polícia Federal cumpriram mandado foi um escritório no bairro Serra, em Belo Horizonte, que foi usado como escritório de campanha de Pimentel, em 2014.
O STJ autorizou abertura de inquérito, solicitada pela PF, para apurar o envolvimento do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e de sua mulher, Carolina de Oliveira, nos fatos investigados pela Operação Acrônimo.
Terceira fase
Em 1º de outubro de 2015, a PF deflagrou a terceira fase da operação, cumprindo quarenta mandados de busca e apreensão em Minas Gerais, em São Paulo e no Distrito Federal. Foram cumpridos mandados nos endereços da Odebrecht, Casino, Gol, CBF e Marfrig.
Quarta fase
Em 16 de dezembro de 2015, a PF deflagrou uma nova fase da Operação Acrônimo, que apurou esquema de lavagem de dinheiro por meio de sobrepreço e inexecução de contratos com o governo federal desde 2005. Há suspeita de que os recursos desviados alimentavam campanhas eleitorais, entre elas a do governador Fernando Pimentel. A nova fase da operação ocorreu em São Paulo e no Distrito Federal e correu sob sigilo por determinação do ministro Herman Benjamin, do STJ.

Quinta fase
Em 5 de maio de 2016, a PF deflagrou nova fase da operação, em que delegados e agentes federais cumpriram dois mandados de busca e apreensão na sede da Odebrecht em Brasília e a residência de um executivo da empreiteira da cidade, e intimaram o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) a apresentar documentos e conduziram coercitivamente Pedro de Medereiros, primo do empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, conhecido como Bené.
Sexta fase
Em 16 de agosto de 2016, a PF deflagrou uma nova fase da operação. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão e condução coercitiva nos estados de Minas Gerais e São Paulo. As ações foram autorizadas pelo STJ e visaram uma obra de construção do aeroporto Catarina,que vem sendo construída pela Construtora JHSF, umas das investigadas, em São Roque, na Região Metropolitana de Sorocaba, que foi financiada com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Sétima fase
Em 13 de setembro de 2016, o STJ autorizou operação tendo como alvo principal um sócio do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), Felipe Torres, num restaurante Madero, especializado em hambúrgueres gourmet, num shopping de Piracicaba, SP. Ele foi alvo de condução coercitiva, busca e apreensão. Foram dois mandados de condução coercitiva no DF, PR e SP; o segundo foi contra o empresário Sebastião Dutra, da Color Print, que teria emitido notas fiscais falsas para obras no restaurante e para a campanha de Pimentel.

Oitava fase
Em 15 de setembro de 2016, a PF realizou uma nova fase cumprindo vinte mandados judiciais, sendo onze conduções coercitivas e nove mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A operação focou em dois inquéritos policiais que apuravam dois eventos distintos da investigação. Um deles se referiu à cooptação e pagamento de vantagens indevidas para fraudar licitações no Ministério da Saúde, beneficiando gráfica da propriedade de um dos investigados. O outro foi a interposição de empresa na negociação e pagamento de vantagens indevidas a agente público, para obtenção de financiamentos de projetos no exterior pelo BNDES, nos seguintes países: República Dominicana, Angola, Cuba, Panamá, Gana e México, no interesse de uma grande empreiteira do Brasil.
Nona fase
Em 23 de setembro de 2016, a PF realizou uma nova fase da operação. O secretário de Estado de Casa Civil e de Relações Institucionais de Minas, Marco Antônio de Rezende Teixeira, foi um dos alvos desta fase da operação, havendo um mandado de condução coercitiva. Também houve mandado de condução coercitiva para Paulo Moura Ramos, atual presidente da Prodemge e sócio de Teixeira.

Décima fase
Em 21 de outubro de 2016, a PF realizou uma nova fase com mandados de busca e apreensão cumpridos em sindicato de empresas de ônibus, em Belo Horizonte, e em construtoras na capital mineira e no Rio de Janeiro. A nova fase partiu de dados relatados pela publicitária Danielle Fonteles, dona da agência de comunicação Pepper Interativa, em Brasília, em sua delação premiada. A delação foi acertada com a Justiça em março deste ano e cuja a mesma relatou que houve movimento de R$ 1,5 milhão em caixa dois em benefício de Fernando Pimentel.
Décima-primeira fase
Em 27 de outubro de 2016, a PF realizou uma nova fase sendo expedidos ao todo, vinte mandados judiciais, sendo dez de busca e apreensão e dez de condução coercitiva no Distrito Federal e nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Segundo o órgão, a operação está focada em dois inquéritos policiais que apuram eventos distintos da investigação. Um deles se refere à cooptação e pagamento de vantagens indevidas para que empresa de publicidade elaborasse campanhas educativas do Ministério da Saúde, Ministério das Cidades e Ministério do Turismo nos anos de 2011 e 2012. O outro evento investigado é fraude em licitação da Universidade Federal de Juiz de Fora, vencida pela gráfica de um dos investigados. Posteriormente, o Ministério da Saúde utilizou a mesma ata fraudada, de acordo com as investigações.
Décima-segunda fase
Em 30 de novembro de 2016, agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão e condução coercitiva no Estado do Tocantins e no Distrito Federal. A nova fase da operação foi autorizada pelo Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO) e as investigações apuram irregularidades em licitações no Detran do Estado. O deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM-TO) foi levado para depor.
Operação Turbulência – Essa operação investigou mais detalhes sobre o cartel de empreiteiras acusado de fraudar contratos na Petrobras.

Operação Abismo – Esta fase apurou fraudes em licitações nas obras do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (Cenpes) da Petrobras, no Rio de Janeiro. Segundo a Procuradoria da República, o esquema envolveu diversas empresas que pagaram mais de R$ 39 milhões em vantagens indevidas para empresa participante do certame, para Diretoria de Serviços e Partido dos Trabalhadores.
Com base nas investigações e também em uma das delações, a do ex-gerente de Engenharia da Diretoria de Serviços, Pedro José Barusco, a força-tarefa da Operação Abismo constatou que a divisão ocorreu assim:
Dos R$ 39 milhões de propinas no Cenpes, R$ 18 milhões foram para a WTorre, R$ 4 milhões para os ex-funcionários da Petrobrás Renato Duque e Pedro Barusco e R$ 16 milhões para a Diretoria de Serviços da Petrobrás. Desses R$ 16 milhões, R$ 8 milhões foram destinados ao PT e R$ 1 milhão para Paulo Ferreira – parte ele usou para pagamento de blogs, serviços de internet e para a escola de samba.
Operação Recomeço – Investigou fraudes em fundos de pensão. Ricardo Magro e outros 15 se tornam réus em processo sobre desvios em fundos. O empresário Ricardo Magro, dono da refinaria de Manguinhos, se tornou réu em processo que investiga desvio de recursos dos fundos de pensão dos Correios, o Postalis, e da Petrobras, o Petros. A Justiça acatou a denúncia contra outras 15 pessoas envolvidas no esquema, entre eles o ex-presidente do Postalis, Alexej Predtechensky, e o ex-diretor de investimentos do fundo, Adilson Florêncio da Costa, acusados de associação criminosa e crimes financeiros. A Justiça determinou a apreensão dos passaportes de dez envolvidos e estipulou fiança em valores superiores a R$ 4 milhões.
De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) do Rio, os envolvidos teriam desviado cerca de R$ 90 milhões em recursos arrecadados nos fundos de pensão para recuperar o Grupo Galileo, administrador de duas universidades particulares no Estado. A oferta de emissão de títulos da dívida, em 2011, foi feita por uma sociedade entre Márcio André Costa, proprietário do Grupo e o empresário Ricardo Magro. O negócio teria levantado R$ 81 milhões pagos pelo fundo Postalis e R$ 23 milhões pagos pela Petros.

Operação Boca Livre – Apurou fraudes de R$ 180 milhões na Lei Rouanet.


Operação Antiquários -  A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 18, a Operação Antiquários que apura a subtração de obras de arte pertencentes ao Museu Imperial.

Operação Vórtex -  Empresário Rodrigo Leicht Carneiro Leão é casado com a filha do ministro José Múcio e está sob suspeita de envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro para abastecer caixa 2 de campanhas eleitorais.
Deflagrada na manhã desta terça-feira, 31, para investigar mais uma empresa que estaria envolvida na compra do avião que se acidentou e matou o então candidato a presidente Eduardo Campos (PSB), em agosto de 2014, a Operação Vórtex levou para depor coercitivamente o empresário Rodrigo Leicht Carneiro Leão, genro do ministro do Tribunal de Contas da União José Múcio. (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/genro-de-ministro-do-tcu-e-levado-para-depor-na-operacao-vortex/)
Operação Crisol - A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira 8 Fev 2017, a Operação Crisol (contra ouro ilegal) contra uma das maiores empresas do ramo de distribuição de valores mobiliários – DTVM – do país. Estão sendo cumpridos 47 mandados judiciais, sendo seis prisões temporárias, 13 conduções coercitivas e 28 mandados de busca, nas cidades de Macapá/AP, Oiapoque/AP, São Paulo/SP e Itaituba/PA (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/pf-deflagra-operacao-crisol-contra-ouro-ilegal/)
Operação Cosa Nostra - Operação Cosa Nostra mira mais de R$ 100 milhões desviados de prefeituras do PE. (http://istoe.com.br/operacao-cosa-nostra-mira-mais-de-r-100-milhoes-desviados-de-prefeituras-do-pe/)
Operação Fogo de Palha - A Polícia Federal de Uberaba deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16), Operação “Fogo de Palha”, para apurar uso de documentos falsos por interessados na obtenção de autorização de aquisição de armas de fogo. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Iturama e um mandado em Urânia (SP). (http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2017/03/pf-investiga-uso-de-documentos-falsos-para-obter-armas-de-fogo.html)
Operação Carne Fraca - Operação Carne Fraca: Polícia Federal indicia mais de 60 pessoas Operação apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos. Perda em Reais R$ ???. As principais empresas investigadas e alvos da operação Carne Fraca doaram 393 milhões de reais a políticos nas eleições gerais em 2014. O maior beneficiário foi o PT com 60,7 milhões de reais. O PMDB ficou em segundo lugar com 59,1 milhões de reais e em seguida o PSDB com 58,1 milhões de reais. O PP e o PR receberam 38,1 e 24,4 milhões de reais respectivamente e do PSD 3,1 milhões de reais e do PROS 1,6 milhão de reais. (http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/operacao-carne-fraca-policia-federal-indicia-mais-de-60-pessoas.ghtml)
Operação Research - Apura o desvio de pelo menos R$ 7,3 milhões da universidade Federal do Paraná, foi deflagrada em 15 de fevereiro; 28 pessoas foram presas temporariamente.( http://g1.globo.com/pr/parana/educacao/noticia/policia-federal-deflagra-3-fase-de-operacao-que-investiga-desvios-milionario-de-recursos-na-ufpr.ghtml)
Operação Águas Claras - Presidente afastado da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos é alvo de operação que apura o destino de cerca de R$ 40 milhões repassados à entidade. (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/aguas-claras-da-pf-prende-5-por-desvios-na-confederacao-brasileira-de-desportos-aquaticos/)
Operação Stellio Natus – A Policia Federal deflagra Stellio Natus contra fraudes no seguro-desemprego. Em nota, a PF informou que os crimes eram cometidos em diversas unidades do País e contavam com a colaboração de prepostos do Ministério do Trabalho e agente púbicos cooptados pelo esquema. Estima-se que a quadrilha desviou mais de R$ 3 milhões em benefícios. (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/pf-deflagra-stellio-natus-contra-fraudes-no-seguro-desemprego/)
Operação Conclave - Operação Conclave, da PF, investiga aquisição de ações do Panamericano pela CaixaPar. Inicialmente a reportagem tinha informações de que a Conclave tinha ligação com Operação Greenfield - que investiga um rombo de R$ 8 bilhões nos maiores fundos de pensão do País -, mas a PF esclareceu que nao há vinculo entre as duas missões. (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/operacao-conclave-da-pf-investiga-aquisicao-de-acoes-do-panamericano-pela-caixapar/)
Operação Lucas - A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 16, a Operação Lucas, que investiga crimes de corrupção envolvendo servidores do Ministério da Agricultura, Agropecuária e Abastecimento e empresas fiscalizadas. A PF apurou, por meio de quebras de sigilos fiscal e bancário, que a Chefe de Fiscalização do MAPA, à época dos fatos, recebia de empresas fiscalizados valores mensais para custear despesas familiares. Apenas em sua conta pessoal a investigação identificou a diferença de mais de 200% do declarado em seu imposto de renda. Também foi detectado que o esquema criminoso movimentou cerca de R$ 3 milhões, entre os anos de 2010 a 2016. (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/policia-federal-investiga-corrupcao-de-servidores-da-agricultura/)
Operação Bullish - Operação Bullish é mais uma da série de apurações contra irmãos Batista e J&F. Investigação apura supostas irregularidades no repasse de R$ 8,1 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à JBS.( http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,operacao-bullish-e-mais-uma-da-serie-de-apuracoes-contra-irmaos-batista-e-jef,70001776541)
Operação Panatenaico - Investigados na Operação Panatenaico pelo envolvimento no suposto esquema de corrupção que superfaturou a construção do Estádio Nacional Mané Garrincha em R$ 900 milhões, os ex-governadores Agnelo Queiroz (PT) e José Roberto Arruda (PR), o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB), além do ex-presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) Nilson Martorelli, podem voltar à carceragem — desta vez, sem prazo para deixá-la. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal no DF (MPF/DF) pediram à Justiça a prisão preventiva dos quatro no início deste mês. A informação é confirmada pela corporação, que ainda aguarda a decisão judicial. O processo tramita sob sigilo na 10ª Vara Federal. (http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2017/06/26/interna_cidadesdf,604829/operacao-panatenaico-justica-analisa-prisao-de-ex-governadores.shtml)
Operação Hoder - A Policia Federal deflagra Operação Hoder contra fraudes no sistema de saúde. Em auditorias passadas realizadas pelo Denasus, determinou-se o ressarcimento de cerca de mais de R$ 9 milhões à União em face de constatações de irregularidades. (http://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/pf-faz-buscas-em-al-contra-desvio-de-verba-do-programa-de-glaucoma.ghtml)
Operação Proteina – Polícia Federal faz operação contra venda de anabolizantes em seis estados. A PF estima que as três organizações criminosas movimentavam R$ 2 milhões por mês. (http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2017/06/pf-deflagra-operacao-proteina-em-seis-estados.html)
Operação Ponto Final - PF investiga vazamento de informações sigilosas da Operação Ponto Final. Investigação apura esquema de pagamento de propinas por empresas de ônibus a políticos e agentes públicos do Rio. O flagrante ocorreu no momento em que o empresário foi preso, quando embarcava para Portugal pelo aeroporto do Galeão, no Rio. Barata Filho, um dos maiores empresários do setor de transportes no Rio, é acusado de integrar uma organização criminosa que movimentou R$ 260 milhões num esquema para  garantir contratos milionários com o governo do Rio. As investigações apontam ainda que o ex-governador do Rio Sergio Cabral (PMDB) recebeu R$ 122,8 milhões em propinas de empresas de ônibus entre os anos de 2010 de 2016. (http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,pf-investiga-vazamento-de-informacoes-sigilosas-da-operacao-ponto-final,70001901612)
Operação Papel Fantasma - Empresa que emitiu R$ 30 mi em títulos não tinha funcionários. O delegado de Polícia Federal Victor Hugo Rodrigues Alves afirma que uma das empresas investigadas na Operação Papel Fantasma emitiu debêntures de R$ 30 milhões, mas não tinha funcionários e veículos. (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/empresa-que-emitiu-r-30-mi-em-titulos-nao-tinha-funcionarios-diz-papel-fantasma/)
Operação Adsumus - Operação da PF e MP envolve alto escalão da antiga gestão de Santo Amaro; 'grampo' sugere tentativa de enganar cidadãos. Provas colhidas nas investigações evidenciam a tentativa do ex-secretário municipal de Obras e Administração de 'enganar' cidadãos diante do atraso de obras. Por conta dos desvios, os oitos alvos de condução coercitiva, por determinação da Justiça Federal, tiveram juntos um total de R$ 38 milhões bloqueados, valor que envolve dinheiro, imóveis e veículos. O valor é relacionado ao total de verbas federais estimadas nos desvios. (http://g1.globo.com/bahia/noticia/operacao-da-pf-e-mp-envolve-alto-escalao-da-antiga-gestao-de-santo-amaro-grampo-sugere-tentativa-de-enganar-cidadaos.ghtml)

Operação Ostrich – A Policia Federal deflagra Ostrich contra fraudes de R$ 14 mi na Previdência Operação Ostrich, avestruz em inglês, foi dado em razão da cegueira deliberada que acometia os envolvidos ao apresentarem informações e documentos falsos para requerer os benefícios assistenciais. (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/pf-deflagra-ostrich-contra-fraudes-de-r-14-mi-na-previdencia/)
Operação Ex-Fumo - PF cumpre mandados para combater quadrilha de falsificação de cigarros. Agentes cumprem mandado de busca e apreensão em centro empresarial no Rio. Empresas do grupo já teriam se apropriado de cerca de R$ 2,3 bilhões dos cofres públicos em tributos. (http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/pf-cumpre-mandados-para-combater-falsificacao-de-cigarros.ghtml)
Polícia Federal abre Operação Lucas contra corrupção na Agricultura - A investigação começou após denúncia de que frigoríficos e empresas de laticínios fiscalizadas teriam sido favorecidos em processos administrativos.
A PF apurou, por meio de quebras de sigilos fiscal e bancário, que a chefe de fiscalização do Mapa, à época dos fatos, recebia de empresas fiscalizadas valores mensais para custear despesas familiares. Apenas em sua conta pessoal a investigação identificou a diferença de mais de 200% do declarado em seu Imposto de Renda. Também foi detectado que o esquema criminoso movimentou cerca de R$ 3 milhões, entre os anos de 2010 a 2016. (http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/policia-federal-investiga-corrupcao-de-servidores-da-agricultura/)
Operação Greenfield - Juiz aceita denúncia e torna réus 14 investigados na Operação Greenfield. Ministério Público aponta gestão fraudulenta de fundo de pensão. Entre os réus, estão ex-tesoureiro do PT, lobista, ex-diretores da Funcef, ex-executivos da Engevix. Os valores foram investidos para obter participação acionária no empreendimento, mas, segundo o MPF, houve “flagrante prejuízo” para a Funcef de, no mínimo, R$ 402 milhões.
Outra grande operação, a Greenfield ocorreu em setembro, e investigou desvios de R$ 8 bilhões nos fundos de pensão Funcef, Petros, Previ e Postalis. À época, Joesley e o irmão Wesley Batista foram alvos de conduções coercitivas à sede da PF. (http://g1.globo.com/politica/noticia/juiz-aceita-denuncia-e-torna-reus-14-investigados-na-operacao-greenfield.ghtml)

  
Número de operações realizada pela Policia Federal





domingo, 27 de agosto de 2017